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Posts Tagged ‘curta’

Se conheço um casal feliz esse é o formado por Música e Cinema. Assim que conheci Arcade Fire fiquei impressionado com a qualidade dos arranjos e letras que me faziam viajar como num bom longa. Daqueles que te despertam emoções nunca antes vividas ou que dificilmente iremos viver para sentir. O filho daquele casal feliz, o videoclipe, nos transmite por cinco ou seis minutos aquilo que normalmente sentiríamos em longas. Mas e quando não se trata de uma única faixa, e sim uma ópera, como o álbum The Suburbs (2010)?

É só chamar o diretor de  It’s Oh So Quiet, da Björk e Sabotage dos Beastie Boys e também ganhador do Oscar por Quero Ser John Malkovich. É, o Spike jonze mesmo. Ele é o responsável pelo curta Scenes From The Suburbs, que sintetiza o sentimento que o Arcade Fire tenta passar em seu último álbum. Nesse link você assiste com legendas em português. Tem que se cadastrar. Coisa rápida e que muito vale.

Machado de Assis, Shakespeare e uma crônica sobre o sentimento de perda. Perda de tempo, de juventude, de amigos. A vida que passa sem controle. O desejo do apego e aqueles que desapegam. O primeiro e talvez o último verdadeiro amor. O proibido e o lícito. Dilemas que temos de lidar todos os dias de nossas vidas. Vinte e nove minutos e dez segundos de sentimentos universais. Assistam.

 

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–UPDATE–

É, eu não conhecia esse Jax, Michael Jai White e seu passado sujo em Spawn (1997). Muito menos a loirinha do Law & Order, Jeri Ryan.

Para informação séria sobre  o filme/jogo/whatever que venha a ser esse vídeo que só na E3 ficaremos sabendo realmente o que é, leia esse texto do Gus Lanzetta lá no Arena Turbo ;D

Tudo aponta para um fanservice bem feito. Um filme de fãs para fãs que morrerá no Youtube. Assim espero. O que tenho medo é dessa vontade louca do cinema de colocar na telona personagens dos quadrinhos, videogames e mangás só pelo dinheiro. Tudo bem que sempre fizeram isso com grandes títulos literários, mas o que realmente me dá medo é como tratam o pop. Tudo bem que é um gênero passageiro, efêmero por excelência, mas muitos filmes são produzidos para não durar nem mesmo a temporada em que está em cartaz.

Voltando para Mortal Kombat. a única versão que aceito é a de 1995, dirigida por Paul W. S. Anderson, que pelo visto ama videogame pois seu currículo conta com roteiro e direção do primeiro Resident Evil (2002) e os roteiros das sequências Apocalypse (2004) e Extinction (2007). Além de Dead or Alive em 2006 (se alguém assistiu pelamordedeus comentários).

Essa versão ainda colocou uma peruca branca lambida em Christopher Lambert para o papel de Rayden, e nos deu o melhor Liu Kang do mundo, Robin Shou, que também esteve em Dead or Alive e viveu o personagem Gen em Street Fighter: The Legend of Chun-Li. Mas essa última referência podemos esquecer para sempre de nossas vidas.

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